… um sábado à noite!

… um sábado à noite!

No terceiro tapa na cara descobri que ela tinha catorze anos com um metro e oitenta! Na segunda cotovelada, soube que o cara era o pai e ela era ele. Ou melhor: ela/ele era hermafrodita. Quando cuspi o meu canino, pensei: como não percebi? Queria somente de cachorrinho e na meia penumbra. Gostosinha, apertadinha. Dormi … Continuar lendo

Avalie isto:

Fort Apache

Fort Apache

Aiô Rinty! Fiz muito troca-troca com o Vitório! Ia na maciota. Dava um jeito de ser o primeirão. Ele cedia e eu metia as fichas, os peitos e até as bolas! Já a única exigência do viadinho era ser agasalhado no Fort Apache: o porão da casa da minha tia Jandira! Topava, pois sabia que … Continuar lendo

Avalie isto:

Danças

Danças

  Meu único encantamento foi pela bunda! Volumosa, projetada e com uma sólida oscilação. Instigante! Profunda, firme e com uma estável ondulação. Inquietante Justo afirmar que depois ela disse que tudo é graça divina. “Nasci assim!!!” Na primeira dança, samba rock  e dois cafés fortes para mim Vieram nomes, interesses e investigações. “Sempre vem aqui?” … Continuar lendo

Avalie isto:

Assim caminha a humanidade

Assim caminha a humanidade

I  Ele me arreganha. Escuto o silencio dele se enfiando em mim.   II  O Mercedes-Benz 710 Vermelho aponta logo da curva. Renova a esperança. Dedo mais para cima. Passa “jameshunt”. Para com derrapada. Corro. — Garoto, tá fugindo do que? — o motorista tem cara, jeito e trejeito de se chamar Carlos — De … Continuar lendo

Avalie isto: